Santa Catarina também é Terra da Cachaça Artesanal: o Estado que Venceu Bruxelas e Redefiniu o Sul do Brasil
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O estado que surpreendeu o mundo — e que o Brasil ainda está descobrindo
Quando o Concours Mondial de Bruxelles — o concurso de destilados mais rigoroso da Europa, com mais de 100 jurados de países diferentes — divulgou seus resultados em 2020, uma surpresa apareceu na lista de premiados: dos 44 rótulos que conquistaram medalhas naquela edição, 12 eram de Santa Catarina. Doze. De um único estado brasileiro que a maioria dos apreciadores de cachaça raramente cita quando fala de terroir, tradição ou produção artesanal.
Santa Catarina não apenas produz cachaça artesanal. Produz cachaça que vence em Bruxelas. E o Cachaça Clube é um dos poucos lugares fora do estado onde você pode comprar esses rótulos com entrega garantida para todo o Brasil.

Por que Santa Catarina produz cachaça diferente — o terroir que ninguém conta
A resposta começa na geografia. Santa Catarina é o único estado brasileiro que combina quatro biomas distintos em menos de 300 km de extensão leste–oeste: o litoral atlântico, a Mata Atlântica da Serra Geral, o planalto serrano e o extremo oeste com influência subtropical. Essa diversidade geográfica cria microclimas radicalmente diferentes dentro do mesmo estado — e cada microclima produz uma cana com perfil aromático distinto.
Vale Europeu Catarinense — colonização alemã e cana atlântica
O Vale Europeu, que abrange municípios como Pomerode, Blumenau, Jaraguá do Sul e Brusque, tem clima subtropical úmido com verões quentes e invernos amenos. A colonização alemã do século XIX trouxe não apenas a arquitetura enxaimel e o dialeto pomerano — trouxe também a tradição de destilação que os imigrantes praticavam na Europa com cereais e que, ao chegar no Brasil, foi adaptada para a cana-de-açúcar local.
A cana cultivada no Vale Europeu se desenvolve em solos argilo-arenosos com boa drenagem e recebe influência da brisa atlântica que sobe a Serra do Mar. O resultado é uma cana com equilíbrio entre sacarose e acidez — base para cachaças prata de frescor herbáceo e versões envelhecidas de complexidade elegante.
Sul Catarinense — Serra Geral e influência de altitude
No sul do estado, municípios como Orleans, Grão Pará e Lauro Müller ficam na encosta da Serra Geral, entre 300 e 700 metros de altitude. O clima aqui é mais fresco, com amplitude térmica acentuada que retarda o crescimento da cana e concentra seus compostos aromáticos. Essa cana de ciclo mais longo produz um caldo mais complexo — e cachaças com perfil sensorial mais denso e persistente.
Planalto Serrano — frio, altitude e cana de exceção
No coração do estado, em municípios como Lages, Curitibanos e São Joaquim, o clima é o mais frio do Brasil subtropical — com geadas frequentes no inverno e altitude média de 900 metros. Poucos alambiques operam nessa região, mas os que existem produzem cachaças de altitude com mineralidade e terpenos florais raros no mercado nacional.
A história da cachaça em Santa Catarina: imigrantes, engenhos e reconhecimento
A história da cachaça catarinense é inseparável da história da imigração europeia no Sul do Brasil. Diferente do Nordeste e de Minas Gerais — onde a cachaça nasceu nos engenhos coloniais portugueses —, Santa Catarina desenvolveu sua tradição destiladora a partir da chegada de imigrantes alemães (a partir de 1829), italianos (a partir de 1875) e poloneses que já traziam na bagagem o saber-fazer de destilados de frutas, cereais e raízes.
A adaptação da destilação europeia à cana brasileira
Os imigrantes alemães que chegaram ao Vale do Itajaí e ao Vale do Rio do Peixe traziam o conhecimento de produção de Schnaps — destilados de cereal e fruta típicos da cultura germânica. Ao se depararem com a abundância de cana-de-açúcar no novo país, muitos adaptaram seus alambiques e técnicas para o destilado de cana. O resultado foi uma cachaça com características únicas: o rigor técnico da destilação europeia aplicado à matéria-prima tropical brasileira.
Os imigrantes italianos, por sua vez, trouxeram a tradição da grappa — aguardente de bagaço de uva — e a aplicaram também à cana. Muitas destilarias catarinenses produzem até hoje graspa (nome aportuguesado da grappa italiana) ao lado da cachaça, mantendo viva essa dupla herança cultural.
Os engenhos coloniais e a memória preservada
No interior de Santa Catarina, especialmente no Sul e no Meio-Oeste, ainda existem engenhos coloniais do início do século XX com maquinário original preservado — moendas de madeira, tachos de cobre e alambiques de barro que os descendentes de imigrantes mantêm como patrimônio familiar. Esse acervo técnico e cultural é o que torna a cachaça catarinense diferente: ela não é apenas um destilado — é um arquivo vivo de história da imigração brasileira.
O reconhecimento internacional que mudou o mercado
A virada aconteceu entre 2015 e 2020, quando produtores catarinenses — liderados pela Cachaçaria Orben (Cachaça do Conde, de Orleans) e pela Cachaçaria Wilbert (Pomerode) — começaram a participar de concursos internacionais e voltaram com medalhas. Em 2020, os 12 rótulos premiados em Bruxelas colocaram Santa Catarina no mapa mundial da cachaça artesanal. O estado passou a ser citado ao lado de Salinas (MG) e Paraty (RJ) como referência nacional — mas com um diferencial: a identidade europeia que nenhuma outra região brasileira tem.
As marcas catarinenses disponíveis no Cachaça Clube
O Cachaça Clube seleciona exclusivamente cachaças com registro MAPA verificado, alambique de cobre documentado e produtor identificado. As marcas catarinenses abaixo estão disponíveis em estoque, em condição de produto novo, com entrega para todo o Brasil em embalagem especializada.
Cachaçaria Wilbert — Pomerode, SC · Desde 1948
A Cachaçaria Wilbert é a destilaria mais emblemática do Vale Europeu Catarinense. Fundada em 1948 pela família Wilbert — hoje na 4ª geração, conduzida por Elimar e Rosane Wilbert em Pomerode (SC), — a marca produz cachaças artesanais, licores finos, bebidas mistas e digestivos com cana cultivada na própria propriedade e fermentação natural.
Pomerode é conhecida internacionalmente como a cidade mais alemã do Brasil, com mais de 70% da população falante do dialeto pomerano. Esse contexto cultural define diretamente o caráter da Cachaça Wilbert: rigor técnico, processo documentado, ingredientes rastreáveis e uma linha de produtos que vai da cachaça prata artesanal a licores cremes de marula, maracujá e melado — todos com identidade geográfica verificável.
Todos os produtos Wilbert são registrados no MAPA, em condição novo, em estoque no Cachaça Clube, com entrega para todo o Brasil.
Cachaça do Conde — Orleans, SC · Premiada em Bruxelas
A Cachaça do Conde é produzida pela Cachaçaria Orben em Orleans, no Sul de Santa Catarina — cidade situada a 215 km de Florianópolis, na encosta da Serra Geral, com altitude entre 80 e 500 metros. O fundador Henrique Perin Orben iniciou a produção em 2014, após curso de especialização em Minas Gerais, e desde o início apostou em métodos artesanais rigorosos: 10 hectares de plantação de cana própria, fermentação natural controlada, destilação em alambique de cobre e envelhecimento em madeiras nativas brasileiras.
O reconhecimento internacional veio em 2020, quando a Cachaça do Conde foi uma das duas destilarias catarinenses a conquistar a categoria máxima no Concours Mondial de Bruxelles — Spirits Selection. A versão premiada foi a envelhecida em amburana (Amburana cearensis), que entrega o perfil característico de canela, baunilha e mel da madeira nativa nordestina combinado com a base de cana do Sul catarinense — uma sinergia de terroirs única no mercado nacional.
Todos os produtos Cachaça do Conde são registrados no MAPA, em condição novo, em estoque no Cachaça Clube, com entrega para todo o Brasil.
Perfil sensorial — o que a cachaça catarinense entrega no copo
A cachaça de Santa Catarina tem personalidade identificável por três características que aparecem com consistência nos rótulos artesanais do estado, independente da região de produção:
Elegância estrutural — o legado europeu
O rigor técnico herdado da destilação europeia se manifesta num perfil mais limpo e estruturado do que a cachaça do Nordeste ou de Minas Gerais. Os congêneres aromáticos estão presentes e equilibrados — sem o excesso de ésteres tropicais do Nordeste nem a intensidade amadeirada de Salinas. A cachaça catarinense é elegante por natureza.
Frescor atlântico — o terroir do Vale Europeu
Nas versões prata do Vale Europeu, especialmente da Wilbert, o aroma de cana fresca é mais pronunciado e com toque floral que remete à brisa atlântica que influencia o cultivo. Ésteres de banana verde e maçã fresca em fermentações naturais bem conduzidas. Paladar macio com dulçor natural equilibrado e acidez integrada. Final limpo e refrescante — diferente da prata nordestina mais vegetal ou da mineira mais floral-mineral.
Complexidade de altitude — o terroir do Sul Catarinense
Nas versões envelhecidas do Sul Catarinense, como a Cachaça do Conde Amburana, a cana de altitude da Serra Geral entrega uma base mais densa que amplifica os compostos da madeira — a cumarina da amburana se integra com a acidez natural da cana serrana criando equilíbrio que cachaças de amburana de regiões mais quentes raramente alcançam. O resultado: canela e baunilha sem doçura excessiva, com mineralidade de fundo.
— Perfil sensorial Wilbert Carvalho —
Visual: Coloração âmbar dourada marcante, com reflexos brilhantes e lágrimas moderadas na taça.
Aromas: Notas intensas de melado, caramelo, baunilha, madeira nobre, amêndoas e um leve e agradável toque de especiarias doces.
Paladar: Entrada macia e encorpada. O vigor dos 40% vol. está perfeitamente integrado e arredondado pela madeira, revelando camadas de frutas secas, tostado e um dulçor natural discreto.
Retrogosto: Médio a longo, incrivelmente harmônico, refinado e persistente.
— Perfil sensorial Cachaça do Conde Amburana —
Visual: âmbar dourado, límpido, lágrimas lentas e largas
Aroma: canela, baunilha, mel, toques de especiaria — perfil Amburana com base de cana serrana
Paladar: entrada suave e aveludada, dulçor natural da madeira equilibrado pela acidez da cana, corpo médio-pleno
Final: longo, especiado, com retrogosto de cana caramelizada que persiste por 30+ segundos
Temperatura ideal: 14°C a 18°C para degustação pura; servir puro como digestivo
Harmonização em três níveis — como aproveitar a cachaça catarinense ao máximo
Nível 1 — puro ou com gelo
Cachaça Wilbert Prata pura: sirva entre 18°C e 22°C em taça tulipa. Harmoniza com queijo colonial catarinense — o queijo de tradição italiana dos colonos do Vale do Rio do Peixe tem gordura e fermentação lática que realçam o frescor atlântico da prata Wilbert. A combinação é local, histórica e deliciosa.
Cachaça do Conde Amburana pura: sirva entre 14°C e 18°C em taça de degustação. Harmoniza com apfelstrudel (strudel de maçã) ou torta de maçã com canela — a canela da amburana e a canela da sobremesa se espelham, amplificando a complexidade de ambos. Em Pomerode, essa harmonização existe naturalmente nas casas alemãs da cidade.
Nível 2 — sobremesas
Wilbert Prata + cuca de banana: a cuca (bolo colonial alemão de origem pomerana) com banana encontra o frescor vegetal da prata artesanal — harmonização de identidade cultural que faz sentido histórico e sensorial. A massa da cuca absorve o álcool e revela os ésteres de banana da fermentação natural da cachaça.
Cachaça do Conde Amburana + rosca de natal ou panetone: os compostos de especiaria da amburana — cumarina, vanilina, terpenos — dialogam diretamente com as frutas cristalizadas e especiarias do panetone de colonização italiana do Sul catarinense. A Cachaça do Conde é, literalmente, feita para ser degustada nas festas de fim de ano do Sul do Brasil.
Wilbert Licor de Marula + cheesecake: a textura cremosa do licor de marula e a gordura do cream cheese criam uma harmonização por textura. A acidez do limão no cheesecake equilibra o dulçor do licor — resultado elegante para sobremesas de ocasião.
Nível 3 — coquetéis
Caipirinha catarinense com Wilbert Prata: use limão siciliano em vez de taiti — o perfil mais aromático e menos ácido do siciliano realça os terpenos florais atlânticos da prata Wilbert. Adicione um pedaço de gengibre fresco ralado para criar uma versão com identidade do Vale Europeu.
Caipirinha especiada com Conde Amburana: substitua o açúcar por mel de flores silvestres catarinenses. A cumarina da amburana, o mel e o limão criam uma caipirinha com três camadas aromáticas — cada gole revela uma diferente. Adicione uma lâmina de canela para potencializar o perfil.
Sour catarinense: 50ml Wilbert Prata + 25ml suco de laranja kinkan (laranja típica de Pomerode e Blumenau) + 15ml mel + gelo. O terroir dentro do copo — todos os ingredientes têm origem no Vale Europeu.
Spritz do Sul: 60ml Licor de Maracujá Wilbert + espumante brut da Serra Gaúcha + gelo + tira de casca de limão. O espumante gaúcho e o licor catarinense criam uma harmonização Sul–Sul com identidade genuinamente brasileira.
Tabela Comparativa
Critério | Cachaça Artesanal Catarinense | Cachaça Artesanal Mineira | Cachaça Industrial |
Origem | Vale Europeu e Serra Geral (SC) | Norte de Minas Gerais | Diversas regiões do Brasil |
Tradição | Produção familiar artesanal | Produção familiar tradicional | Produção em larga escala |
Identidade Cultural | Influência alemã e italiana | Influência mineira tradicional | Sem identidade regional forte |
Produção | Alambique de cobre | Alambique de cobre | Coluna contínua industrial |
Fermentação | Natural | Natural | Padronizada industrial |
Perfil Sensorial | Elegante e equilibrado | Intenso e marcante | Neutro e uniforme |
Premiações | Destaque em concursos internacionais | Reconhecimento nacional e internacional | Menos frequentes |
Exclusividade | Produção limitada | Produção limitada | Produção massificada |
Rastreabilidade | Origem definida | Origem definida | Variável |
Experiência | Artesanal e autêntica | Tradicional e autêntica | Consumo popular |
Perguntas frequentes sobre cachaça artesanal de Santa Catarina
Santa Catarina é conhecida pela produção de cachaça artesanal?
Ainda não tem o reconhecimento que merece — mas está mudando. Em 2020, 12 rótulos catarinenses venceram medalhas no Concours Mondial de Bruxelles, o concurso de destilados mais rigoroso da Europa. A Cachaça do Conde (Orleans SC) conquistou a categoria máxima. Com mais de 26 rótulos enviados de 13 alambiques catarinenses naquela edição, SC mostrou que tem volume, qualidade e diversidade para competir no mercado premium global.
Qual a diferença entre cachaça catarinense e cachaça mineira?
São dois terroirs distintos com identidades diferentes. A cachaça mineira — especialmente de Salinas — tem perfil mais intenso e amadeirado, influenciado pelo solo arenoso do Cerrado e pela tradição colonial nordeste-mineira. A cachaça catarinense é mais elegante e estruturada, com frescor atlântico nas versões do Vale Europeu e complexidade serrana nas versões do Sul. A diferença cultural também é marcante: SC tem herança germânica e italiana na destilação, MG tem herança portuguesa colonial.
A Cachaça Wilbert é realmente artesanal?
Sim. A Cachaçaria Wilbert, fundada em 1948 pela família Wilbert em Pomerode (SC), opera na 4ª geração com produção em alambique de cobre, fermentação natural com leveduras nativas e cana cultivada na própria propriedade. Todos os produtos têm registro MAPA verificado. A destilaria tem visitação aberta ao público e é ponto de referência turístico de Pomerode — uma das cidades com maior fluxo de turismo cultural de Santa Catarina.
A Cachaça do Conde ganhou prêmio internacional?
Sim. A Cachaça do Conde, produzida pela Cachaçaria Orben em Orleans (SC), conquistou a categoria máxima no Concours Mondial de Bruxelles — Spirits Selection em 2020, na versão envelhecida em amburana. O concurso reúne mais de 100 jurados internacionais e apenas 30% dos produtos inscritos recebem alguma medalha. A categoria máxima é ainda mais restrita. A premiação posicionou Orleans e Santa Catarina no mapa mundial da cachaça artesanal premium.
Como é o terroir de Santa Catarina para a cachaça?
Santa Catarina tem três terroirs distintos para cachaça: o Vale Europeu (cana atlântica, clima subtropical úmido, perfil fresco e floral), o Sul Catarinense com Serra Geral (altitude até 700m, amplitude térmica, cana de ciclo longo e perfil denso), e o Planalto Serrano (frio intenso, altitude 900m+, cachaças minerais raras). Essa diversidade em um único estado é excepcional e ainda pouco explorada pelo mercado nacional.
Cachaça catarinense é boa para presentear?
Excelente. Especialmente a linha Wilbert — com embalagens diferenciadas, história de 75 anos verificável e linha diversificada (cachaça prata, ouro, licores cremes e finos) que oferece algo para cada perfil. A Cachaça do Conde Amburana, com medalha de Bruxelas, é uma das melhores opções de presente premium no mercado nacional para quem quer surpreender com um rótulo com história e reconhecimento internacional. Disponíveis no Cachaça Clube com embalagem especial para presente.
— Dados técnicos da categoria catarinense —
Estado: Santa Catarina · Região: Sul do Brasil
Principais regiões produtoras: Vale Europeu · Sul Catarinense · Planalto Serrano
Teor alcoólico típico: 38% a 48% vol.
Equipamento: alambique de cobre — destilação em batelada
Fermentação: natural com leveduras nativas ou selecionadas
Legislação: IN MAPA nº 13/2021 · Decreto nº 6.871/2009
Premiações internacionais: Concours Mondial de Bruxelles (12 medalhas SC em 2020)
Registro obrigatório: MAPA — Ministério da Agricultura
Por que comprar cachaça catarinense no Cachaça Clube
O Cachaça Clube é o único clube de assinatura e loja de destilados artesanais com parceria direta com a Cachaçaria Wilbert (Pomerode SC) e com a Cachaça do Conde (Orleans SC) — dois dos produtores mais representativos e premiados de Santa Catarina. Cada produto disponível foi verificado quanto ao registro MAPA, processo produtivo e perfil sensorial antes de entrar no catálogo.
— O que o Cachaça Clube oferece —
Parceria direta com produtores: Wilbert e Cachaça do Conde no catálogo com rastreabilidade total
Entrega especializada: embalagem antiquebra para garrafas, entrega para todo o Brasil
Notas de degustação: cada rótulo com análise sensorial e contexto do produtor
Kits de presente: seleções temáticas — Sul do Brasil, cachaças catarinenses, linha Wilbert completa
Assinatura mensal: curadoria rotativa que inclui rótulos de Santa Catarina
Disponibilidade: em estoque · Condição: produto novo · Moeda: R$ · Entrega: todo o Brasil
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Proibido para menores de 18 anos. Beba com moderação.
Escrito por
Marcel Aziz Iunes - historiador por formação (UFJF) e pesquisador da cultura da cachaça artesanal brasileira, com estudos voltados à tradição dos alambiques, terroirs regionais e patrimônio cultural da destilação nacional.




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